estou apaixonada

{ não ouçam, correm o risco de também ficarem :) }

e agora, como é que durmo?

mal.


































tinha o Logan, o Patterson e o Locke para ver. acabei por deixá-los na lista e fui ver o Raw. doze horas depois ainda estou a digerir o filme. que dito assim -  o digerir -, faz-me não querer abrir a gaveta das carne congeladas nos próximos meses.

o filme é bom, muito bom, mas nunca mais o voltarei a ver. as próximas semanas serão dedicadas a comédias românticas, que para quem não sabe é o género cinematográfico que menos gosto. mas preciso de terapia de choque para superar o cru.




a guarda é minha!

estamos em altura de eleições, mas não conquistei a cidade da Guarda. a vitória foi outra, maior, bonita e intensa. a guarda das minhas princesas. o tribunal a esclarecer em perfeição os deveres de um pai (sim, hélas, às vezes chega a isto) e esperar que lhe tenha caído a ficha. se não cair, estarei cá sempre de mangas arregaçadas para elas, por elas.
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a felicidade, por vezes, é isto:


G(irl)-forces

amigo poeta posta no fb (das pessoas mais queridas que já se cruzaram na minha vida):
simples
toma conta de mim sem que eu tome conta.

eu (hoje, em estado mais frágil do que deveria. coisas da vida a acontecer e nas quais preciso estar firme, concentrada, dura, focada):
o meu psi diz-me, repetidamente, a mim que me esqueço todos os dias de tomar conta de mim, e que assim não há quem tome. ambos sabemos que sou ainda uma criança, que ainda preciso de colo.


G Forces, Bill Domonkos

LCD

tenho receio quando bandas de que gosto muito, editam novos álbuns. por um lado quero mais, por outro é-desta-que-fazem-merda, já não se reinventam.

agora shiu, que estou a ouvir música da boa.




This is what's happening and it's freaking you out
I've heard it, heard it
And it sounds like the nineties
Who can you trust
And who are your friends
Who is impossible
And who is the enemy
These are the halls that we're presently haunting
And these are the people that we currently haunt
Push back the walls
Push back the calendar
We've got, we've got friends who are calling us home


You're just a baby now
 



bullshit

I didn't see it coming é uma expressão da treta em noventa e nove porcento das vezes. gostamos de meter uns véus coloridos para que o engano seja mais fiável, para depois: pumba, aconteceu o inesperado, o provável. ok, excluo a queda na cabeça de um pedaço de avião que explodiu no ar. neste caso, não haveria como antecipar, prever. mas para isso servem os um porcento sobrantes.


no retorno

é perceber que me esqueci de paginar um livro. estar a fazê-lo à velocidade da luz sem, no entanto, deixar passar erros. criar duas capas novas e cruzar todos os dedos à espera de que os clientes fiquem satisfeitos à primeira proposta. ter no meio desta semana duas reuniões das mais pequenas que me vão lixar umas boas horas de trabalho {mas que me irão derreter o coração: a Carol no seu primeiro ano de escolaridade e a Bia começar as suas aulas de ginástica acrobática e os treinos de atletismo (uma das actividades há-de ficar pelo caminho, mas agora não interessa para nada)}.

no time for (only god knows how hard it is)

que mais não seja, pelo menos que esta gruta dê música




Will you stand up for your one chance
Will you stand up for love
We get no second chance in this life
We get no second chance in this life

ps.

a música da posta de pescada anterior é do genérico de uma série fabulosa, Wallander. as séries são um paliativo. sobretudo. nos dias que correm (para ser mais precisa: nos dias que andam devagar). de séries com vagar, estou a ver a Vera (temporada 7). aquilo tem tudo para me prender: ilhas isoladas, paisagens de quilómetros terminando num horizonte que faz limite com o mar. a narrativa de crimes é secundária.